sábado, 24 de junho de 2017

NOSSOS CAMINHOS

"O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre" 
Salmo 121:8

Marco Antônio de Morais Alcantara

Desde que temos autonomia trilhamos por caminhos. Entre compromissos, sobrevivência e sociabilidade nos deslocamos para diferentes lugares. Caminhos podem ser compreendidos também como direcionamentos, posições, conjunto de ideologias, e trajetórias de vida que devemos passar, seja por escolha, ou por imposição do destino.

Considerando as nossas motivações, o autor de provérbios adverte que “há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são caminhos de morte” (Provérbios 14:12). Curioso, pela gramática utilizada no texto, que um caminho errado pode conduzir a caminhos diversos desfavoráveis.

Isto denota não só a importância das nossas escolhas, diante de motivações, mas também, a questão dos nossos julgamentos e avaliações. Estamos sujeitos a não ter a melhor motivação, assim como podemos ser falhos em nossos julgamentos. Os jovens podem estar mais sujeitos aos erros, tanto de motivação, quanto de avaliação, devido ao fato de terem menor experiência de vida, mas, isto também não impede que os mais experientes também possam falhar, devido a alguma visão distorcida, ou pelo zelo excessivo.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

AS MULTIDÕES SEDENTAS DA VEZ

Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor  Mateus 9:36
  
Marco Antônio de Morais Alcantara

Nos tempos de Jesus ainda não havia Igreja, senão os estatutos do povo hebraico, os sacerdotes e escribas, levitas, e a expectativa de que viria o Messias, o qual, os libertaria do jugo imposto pelos romanos, segundo a versão da época. A mulher samaritana, por sua vez, reconheceu a Jesus como o Messias que viria, e ensinaria todas as coisas acerca de como adorar a Deus (João 4:25).

domingo, 4 de junho de 2017

A SEDE DO DEUS VIVO

Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma.
A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?
Salmo 42:1-2

Marco Antônio de Morais Alcantara

A sede é o anseio por alguma coisa da qual necessitamos. Não somente necessitamos dela, como também ela é vital para a nossa vida. Acho que todos nós nos remetemos para o caso da água. A falta dela nos faz definhar, murchar, e, até mesmo, de perdermos a nossa condição de subsistência.

O salmista neste texto apresenta a Deus como sendo a água de que ele tanto necessitava; para alimentar a sua alma. Ele se manifesta com tendo sede do Deus vivo.

O que seria o Deus vivo, senão aquele que não está morto? Um Deus não inanimado, mas presente, e que se comunica, de modo que o podemos sentir? Um Deus pessoal que sente, pensa, se alegra e se entristece, assim como nós, e, um Deus com o qual se pode ter intimidade?

Este sentido é completado quando o salmista interroga: quando irei e me verei perante a face de Deus?

O salmista não estava aqui falando sobre a sua morte, e que, se fosse, ele já estaria dando um atestado de fé e de confiança acerca do seu futuro; mas, compreende-se que ele estava entristecido por estar distante do Deus com o qual ele já comungava regularmente em sua vida cotidiana.

Como o mundo pode experimentar da misericórdia e do amor de Deus

 “Misericórdia quero, e não sacrifícios, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos (Oseias 6:6)”. Marco Antônio de Morais Alcantara ...